Atingir um nível ótimo de satisfação com seu desempenho em sua vida profissional está em suas mãos. Tenha o apoio de um coach, melhore sua performance e alcance suas metas no menor tempo possível.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
O PODER DA AUTO-SABOTAGEM
Limitante por quê? Exatamente porque uma vez que a pessoa acredite piamente que só pode conquistar o que quiser na vida ao se sacrificar muito, ela vai – inconscientemente – criar condições para que isso aconteça. É a chamada “Profecia Auto-Realizadora”. Não há nada de mágico nela. Ela é feita das nossas (re)ações inconscientes a essas repetições infindáveis que trazem um sentimento de relativa impotência.
E assim, quem pensa que precisa lutar muito na vida vai deixar passar boas oportunidades para se manter em um emprego que não o satisfaz, terá dificuldade em tomar decisões - principalmente se elas o beneficiarem - e seguirá desta forma vida afora, a menos que perceba que este padrão é alimentado por suas próprias crenças e resolva tomar alguma providência para mudar isso.
Sim, porque mudar crenças é possível! Esta é a boa notícia. Existem técnicas e modelos de Programação Neurolinguística voltados exatamente para esta finalidade. O resultado é relativamente rápido, e por isso as técnicas são aplicadas em sessões da chamada Terapia Focal Breve. E é claro que vale a pena: basta você identificar uma crença que limita sua vida e seu sucesso em determinadas áreas. Como seria se pudesse trocá-la por uma crença apoiadora, do tipo que pessoas de sucesso possuem?
Desejo um 2010 de muito sucesso para você!
sábado, 25 de julho de 2009
VINTE CENTAVOS
Aconteceu ontem. Comprei uma revista numa banca de jornais e eis que um mendigo me aborda pedindo algum dinheiro para comprar comida. Automaticamente entreguei a ele os vinte centavos que recebera do jornaleiro. Não cheguei a ver os movimentos seguintes, apenas ouvi o tilintar de moedas jogadas para o alto caindo ao chão. Logo algumas pessoas que passavam, muito bem vestidas em uma rua movimentada do Centro do Rio de Janeiro, em plena hora do almoço de uma sexta-feira, localizavam as duas moedas. Vi quando um rapaz pegou as duas moedas. Perguntei: “Ele jogou fora as moedas que dei?”, o rapaz respondeu que sim, e me devolveu os vinte centavos encontrados no chão.
Algumas pessoas poderiam ficar com raiva do pedinte. Outras apenas rir da situação. Eu tive compaixão. Afinal, qual a diferença entre o mendigo com roupas sujas e desgastadas e a multidão que passava bem arrumada, na correria do horário de almoço comercial? Esta pergunta me levou à questão dos julgamentos e valores.
Ao pedir dinheiro para comida, o mendigo expõe uma necessidade básica que precisa ser atendida. Ao jogar as moedas ao chão, ele demonstra não ver valor no que recebeu. Os passantes agacham-se em busca dos mesmos vinte centavos desprezados pelo pedinte. Eles percebem, assim como o jornaleiro que deu o troco e eu que o recebi, que as moedas têm valor, basta juntar algumas para trocá-las por uma mercadoria. Até comida. Pelo seu julgamento, o mendigo abre mão da oportunidade que pessoas abastadas não deixam passar.
O quanto desta atitude é responsável pela situação atual do mendigo? Certamente esta postura é replicada em outras decisões que ele toma na vida. Sinto compaixão porque ele não tem consciência disso, e sem consciência diminuem suas possibilidades de mudar sua realidade para algo melhor.
E você? Quais oportunidades têm aparecido em sua vida? Você dá a devida atenção a elas ou deixa aquelas que julga de menor valor passarem sem tomar qualquer atitude a respeito? Como isso pode estar afetando a sua realidade? Convido você a extrair a riqueza do aprendizado contido naqueles vinte centavos.
Meus Mestres em Coaching
Villela da Matta
Meus Mestres em Coaching
Flora Victoria